Instituto Felipe Kumamoto - ESTADO NUTRICIONAL E A RELAÇÃO ENTRE O ÍNDICE DE MASSA CORPORAL E A OBESIDADE CENTRAL ENTRE PRÉ-IDOSOS E IDOSOS ASSISTIDOS PELO PROGRAMA SAÚDE ITINERANTE DO INSTITUTO FELIPE KUMAMOTO EM SANTA RITA, PB
Terça, 07 de Fevereiro de 2012   
   
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21.10.2008

ESTADO NUTRICIONAL E A RELAÇÃO ENTRE O ÍNDICE DE MASSA CORPORAL E A OBESIDADE CENTRAL ENTRE PRÉ-IDOSOS E IDOSOS ASSISTIDOS PELO PROGRAMA SAÚDE ITINERANTE DO INSTITUTO FELIPE KUMAMOTO EM SANTA RITA, PB

Luciano Meireles de Pontes, Sidney dos Santos Pinheiro, Francisco Ítalo Duarte Kumamoto, Cleide Monteiro Zemolin e Tayanne Kiev Carvalho de Araújo. Instituto Felipe Kumamoto de Pesquisas Médicas, João Pessoa, PB, BRASIL.

Introdução:

O Índice de Massa Corporal (IMC) é um dos indicadores mais utilizados na identificação de problemas nutricionais no contexto epidemiológico da saúde pública. O objetivo deste estudo foi avaliar o estado nutricional e a relação entre o IMC e a presença de obesidade central em pré-idosos e idosos.

 

Método:

O desenho de estudo foi transversal do tipo exploratório e abordagem quantitativa. A amostra contou com 39 sujeitos de ambos os sexos (56,8+11,4anos) assistidos pelo Programa Saúde Itinerante do Instituto Felipe Kumamoto (IFK) no município de Santa Rita (PB). Foram mensurados: massa corporal (MC), estatura e circunferência abdominal (CA). Equacionou-se o IMC (MC/estatura2) e a CA. Foi utilizada estatística descritiva e inferencial processada no SPSS versão 16.0.

 

Resultados:

Em relação ao estado nutricional foi visto que 24,4% dos pacientes assistidos pelo IFK estão em condições de eutrofia; 37,8% apresentam sobrepeso; e 37,8% obesidade em diferentes níveis. Quando analisada a gordura abdominal foi visto que 84,2% estão acometidos por obesidade centralizada. Entre as correlações de variáveis antropométricas evidenciou-se as seguintes relações: IMC X MC r=0,837 (p=0,000); IMC X CA r=0,870 (p=0,000).

 

Conclusão:

A prevalência de distúrbios nutricionais foi evidente e preocupante, devido ao sobrepeso e a obesidade estarem associados a várias patologias do tipo crônica degenerativa. Também foi observado que o IMC apresentou relação robusta com a gordura abdominal, devendo ser um importante marcador no diagnóstico de risco cardiovascular.




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