Instituto Felipe Kumamoto - PREVALÊNCIA DE DISLIPIDEMIA EM HIPERTENSOS E SUA ASSOCIAÇÃO COM A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA EM ASSISTIDOS PELO INSTITUTO FELIPE KUMAMOTO DE PESQUISAS MÉDICAS E ASSISTÊNCIA A SAÚDE –JOÃO PESSOA (PB) – BRASIL
Terça, 07 de Fevereiro de 2012   
   
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10.07.2008

PREVALÊNCIA DE DISLIPIDEMIA EM HIPERTENSOS E SUA ASSOCIAÇÃO COM A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA EM ASSISTIDOS PELO INSTITUTO FELIPE KUMAMOTO DE PESQUISAS MÉDICAS E ASSISTÊNCIA A SAÚDE –JOÃO PESSOA (PB) – BRASIL

Resumo do trabalho aprovado no 18o Congresso Mundial de Epidemiologia- Categoria Internacional- a ser realizado de 20 à 24 de Setembro em Porto Alegre (RS)


Sidney dos Santos Pinheiro

Luciano Meireles de Pontes

Francisco Ítalo Duarte Kumamoto

Introdução: A dislipidemia agrava a lesão de órgãos-alvo na hipertensão arterial, determinando maior incidência de eventos coronários e maior deterioração da função renal. Objetivo: Identificar a prevalência de dislipidemia em hipertensos e a associação com a prática de atividade física em pacientes assistidos pelo Instituto Felipe Kumamoto de Pesquisas Médicas e Assistência a Saúde (IFK). Métodos: Trata-se de um estudo caso-controle seccional de base hospitalar a partir de dados secundários contidos em prontuários disponibilizados pelo IFK sediado em João Pessoa (PB). Selecionou-se para a amostra 42 pacientes com hipertensão diagnosticada clinicamente, sendo divididos em 12 casos e 30 controles. Analisou-se a presença de dislipidemias a partir de prontuários recrutados entre 2007 e 2008. A prática de atividade física foi considerada por meio de questões específicas categorizadas na anamnese dos participantes. Resultados: A dislipidemia foi presente em 29,3% dos hipertensos, sendo 32,1% no sexo masculino e 21,4% no feminino. A atividade física se apresentou como fator de proteção OR=0,87 (IC95%: 0,18-4,08) na relação entre casos e controles. Conclusão: A presença de dislipidemias nos hipertensos assistidos pelo IFK aqui investigados, foi evidente e preocupante, com maior freqüência nos indivíduos do sexo masculino. A prática de atividade física mostrou associação com a dislipidemia e a chance de ser dislipidêmico foi inferior nos ativos em relação aos pares sedentários. Desta forma, acredita-se que os pacientes hipertensos, além do controle farmacológico, devem aderir mais hábitos saudáveis ampliando a sua adesão à prática de atividade física para promoção de diversas adaptações fisiológicas que provoquem melhoras significantes no seu metabolismo lipídico.



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